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Sigh…

Um pouco off, do que queria escrever, ontem constatei uma coisa. O vendedor de castanhas em frente à faculdade, pelos vistos não as vende…

O engraçado é que sempre que o vendedor de castanhas estava à porta da faculdade, pensava eu que teríamos que as comprar… mas pelos vistos são grátis para os da faculdade…

Sinceramente… até cheguei a comentar isso: “Três anos a andar aqui e sempre pensei que tínhamos que as comprar”. Mas no fundo nem há muito mal nisso, não ligo muito a castanhas… gostava mais quando andava na primária (embora também aí não ligasse puto a castanhas) e ainda me lembro de um ano (ou foi na segunda ou terceira classe) que por estar a chover não houve magusto no recreio da escola, as castanhas foram assadas no recreio, sim, mas nós alunos estávamos num dos salões da cave da escola. Grande guerra de castanhas que houve nesse dia!!! Eu e mais alguns colegas meus num dos cantos era só atirar castanhas, poucas nos acertavam. Grande dia…

Voltando ao presente, pelo texto podem verificar que passei pela faculdade…

Ontem cheguei a casa já era hoje… Sim, já tinham passados trinta minutos do dia de hoje…

Ando meio desanimado… Estou a ver o que vai acontecer e não, não fui à Maia nem às suas “amigas” é apenas um feeling…

Mas também posso estar a pensar um pouco à frente de mais… e ao fim ao cabo acabar por ser pacífico… Porque é que o pessoal tem que ser complicado ou complicar!? Não, não falo de mim (que à vista de alguns até o posso ser), falo de terceiros…

Enfim… tenho noção que não é só da treta da faculdade que estou assim…

O que vale é que acabo de escrever este texto e volto a ser o eu do costume…

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Halloween.

Foi esta semana, mais precisamente ontem.(Actualmente) Para mim, tanto este dia, como outros (que não especifico, pois vocês devem ter uma ideia de quais são), não passam de importações do outro lado do Atlântico com um elevado teor comercial por trás. Para além de deturpadas no seu conteúdo, daquilo que realmente começaram por significar, sendo que muitas foram exportadas (da Europa) para lá, modificadas e depois exportadas de lá para cá, refiro-me ao Halloween por exemplo.

Retomando ao tema (Halloween), quando era muito mais novo, lembro-me de com os meus primos e alguns amigos andar de casa em casa a cumprir a “tradição importada” que com aquela idade era divertido. O engraçado era muitos abrirem a porta e ficarem a olhar para nós feito estúpidos (Não sabiam o que era o Halloween ou que raio é que estavam a fazer meia dúzia de miúdos à sua porta). Traduzindo: Ainda tivemos que fazer uma certa dose de travessuras…

Neste Halloween, o serão foi passado a ver um filme que se incluísse neste tema, ou seja um Horror movie (o nome que lhe dão, pois por vezes parece comédia).

De sexta para sábado dormi apenas quatro horas… mas no fim acabou por valer bem a pena. :)

Algo mais que se passou esta semana foi o verificar que afinal, para uma “famosa” apresentação não tive que levar CD´s e parti-los na cabeça (alguns vão perceber, outros não) de forma a obter o “efeito WOW”.

Deixo o último parágrafo para dizer algo a uma menina (que provavelmente vai acabar por o ler):

O que importa não é o que ficou por dizer, mas sim aquilo que se disse.

(Photo@SérgioAlmeida)

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It’s Complicated…

O tema deste post já estava “preparado” há algum tempo, mas só agora decidi escrever algo aqui. Foge um pouco ao tema do blog, mas como o blog é meu escrevo o que bem entender nele.

Mas de uma forma racional, até que se insere aqui, pois é algo que já me deixou a pensar, situações pelas quais passei, como tal foi algo que vivenciei.

Depois da explicação, que era deveras escusada, passemos então ao tema em si.

Quando em alguma conversa digo que o meu circulo de amigos é constituído maioritariamente por mais mulheres que homens as reacções são do tipo:

“Que gajo cheio de sorte”, ou “Porra!! Que sorte a tua…”

De oito vamos a oitenta e voltamos.

A minha reacção? Sorrio…

E isto para dizer o quê? Que sei de muitas coisas que eu como Homem não entendo. Será que é por não fazer as coisas da mesma forma como indivíduos do meu “grupo” fazem? Não sei.

Aquilo que sei (e não percebo) são casos:

Como aquela rapariga que em dias mais quentes, enquanto todos vestiam t-shirts e blusas, ela vestia um casaco, porque “não a deixavam”.

Ou a outra que diz que sua cara-metade fica: “muito chato quando está bêbado”

Ou ainda aquela que andou a “puxar uma carroça” durante vários anos sozinha e depois foi mesmo assim que a deixaram (mesmo depois dos avisos de várias pessoas).

Aquela que fala, fala, fala, mas faz as coisinhas que lhe pedem, todas.

Exemplos não faltam… mas isto não são exemplos, são factos que existem (ou existiram, sim porque alguns já lá vão) de pessoas que conheço, com quem lido ou lidei.

Justificações para estas situações? Perdão!? Desculpas para estas situações? Podemos encontrar mil e uma (sim sou homem, digam quantas desculpas querem). Mas será que vale a pena? (Dar desculpas?)

Alguns dizem que as mulheres são “complicadas”, que nunca se sabe no que estão a pensar ao certo, que é “difícil” percebê-las, na realidade não é… Tem os mesmos desejos, (qualidades e defeitos, que nós homens,) sonham com o mesmo etc.

Para os burrinhos: Se eu não gostava de levar com uma pedrada na tola também não a vou atirar a alguém… (Se são mesmo burrinhos e não percebem não sei que vos faça…)

Voltando ao assunto, o problema não é os homens não as perceberem… (às mulheres) o problema é elas não saberem (concretamente) o que querem.

Claro que o ser humano não é racional, assim como o consumidor (como sabem os marketeer’s) mas, como também sabem temos que saber: Onde estamos, para onde queremos ir e por fim que caminho tomar para lá chegar. Nas nossas relações, podemos ainda acrescentar, quem queremos levar nessa “viagem”, qual a sua função durante a mesma etc…

Uma amiga minha depois de uma conversa disse-me: “Sim, tu agias dessa forma (racional) porque ele não te diz nada”. E não é que ela tem razão?


Ultimamente verifiquei algo curioso:

Por entre as opções para o “Relationship Status” do Facebook existe uma que poderia explicar muitos dos porquês que escrevi aqui. Essa opção denomina-se: “It’s Complicated”.

Será!? Ou seremos nós que complicamos?


PS: O discurso pode parecer machista… mas não tenho essa intenção. Se pensarem bem, vão conseguir ver que o está para além do “véu” desta agregação de caracteres e acabarão por chegar a essa conclusão.


Desabafo: Se muitas destas soubesse o que os namorados/ homens dizem delas…. Ui!!! Então é que era… Mas isso fica para outro post… ou talvez não…

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No Gerês.

Mais um fim-de-semana diferente, desta vez foi passado no Gerês.

Embora estivesse de t-shirt, a noite foi bem fria… (Sim o Eee acompanha-me para todo o lado…)

Mas para animar (e aquecer, sim porque aquilo é mesmo serra e por ficar num vale (onde estive) faz um frio lixado) não faltou música, espuma etc…O monte de espuma dava-me pela cintura... só me atrevi a chegar perto quando aquilo baixou e mesmo assim molhei-me todo...

Agora estou no MarShopping... tinham que se lembrar de começar com as obras logo esta semana... Ficar em casa era para dar em tolinho. Não, não sou!! (Antes que digam que tolo já eu sou...)

(Photos@SérgioAlmeida)

 
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